Nº 1390 ano 2020
Data:

Geral Tocantins


Videoconferência discute atendimentos à mulheres vítimas de violência

Na avaliação do diretor do SIOP, delegado Ricardo Real, o evento cumpriu seu papel, pois oportunizou a discussão acerca desse atendimento e esclareceu dúvidas.

Por: Divulgação
Publicada em: 23/09/2020 17h56min
Atualizada em: 29/09/2020 15h34min
Foto: Divulgação
Comandante da Patrulha Maria da Penha, capitã Flávia, e delegada Lorena da DEAM Centro

Realizada na manhã desta quarta-feira, 23, o 1º Webinar do Sistema Integrado de Operações (SIOP) da Secretaria de Segurança Pública sobre violência doméstica e familiar contra a mulher. Com uma hora e meia de duração, uma videoconferência aborda as questões como a melhor forma de atender como vítima desse tipo de violência e seu acolhimento durante o atendimento prestado pelos representantes das comunicações de segurança que integram o SIOP. Na avaliação do diretor do SIOP, delegado Ricardo Real, o evento cumpriu seu papel, pois oportunizou a discussão sobre esse atendimento e esclareceu as dúvidas.

O 1º Webinar foi aberto com as palestras da delegada-chefe da 2ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM de Taquaralto), Cínthia Nakayana, e pelo delegado adjunto Ibanez Ayres da Silva Neto. Eles abordaram a Lei Maria da Penha e fizeram uma correlação dela com o dia a dia na unidade policial. A delegada Cínthia pontuou que é na Delegacia que os fatos são justificados para que seja feito o enquadramento na lei e os procedimentos pertinentes para a investigação efetiva e solução dos casos.

Em seguida, uma delegada-chefe da 1ª DEAM-Centro Lorena Oyama, e a comandante da Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar, capitã Flávia Roberta Pereira de Oliveira, responderam aos questionamentos e perguntas obtendo pelos servidores do SIOP. A capitã Flávia informou sobre como é realizado o trabalho da Patrulha de Maria da Penha. Ressaltou que há dois anos a Patrulha vem atuando e com bons resultados e falou da importância da rede de acolhimento e proteção à mulher.

A delegada Lorena, por sua vez, esclareceu sobre as possibilidades de ocorrências que existiram dúvida pela Polícia Militar quanto ao enquadramento. Ressaltou que em ocorrência em que haja mulher envolvida, o caso deve ser encaminhado para a delegação para que possa ser retirado como providências importantes quanto à realização de perícia, oitiva de testemunhas e demais colheita de provas.

Este procedimento, segundo ela, deve ser feito mesmo que depois se conclua que os fatos não relacionados à DEAM e o procedimento seja encaminhado a outra Delegacia de Polícia.