Nº 1315 ano 2019
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Principal Brasília


Eduardo Gomes estreia no Congresso Nacional fazendo parte dos parlamentares “Cabeças” de 2019

Gomes foi apontado com bom desempenho na atividade de articulador e está entre os 53 parlamentares que são os novos “Cabeças” de 2019.

Por: Rafael Miranda/Redação
Publicada em: 10/06/2019 15h33min
Foto: Divulgação
Eduardo Gomes está entre os parlamentares mais influentes do Congresso que estrearam o mandato esse ano

O senador Eduardo Gomes (MDB) foi apontado nessa semana pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), como um dos 100 “Cabeças” do Congresso Nacional e Câmara Federal, que são aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de qualidades e habilidades distintas da atividade política, tais como negociador, articulador, debatedor e formulador.

Sendo o único político tocantinense na lista do DIAP, Gomes foi apontado com bom desempenho na atividade de articulador, e está entre os 53 parlamentares, sendo 36 deputados e 17 senadores, que são os novos “Cabeças” de 2019.

Outra informação importante na recente publicação da DIAP é a relação dos parlamentares que estreiam entre os mais influentes do Congresso Nacional, entre eles também o senador Eduardo Gomes. Fazem parte desse seleto grupo 15 deputados federais e 15 senadores.

A pesquisa inclui apenas os parlamentares que estavam no efetivo exercício do mandato no período de avaliação, correspondente ao período de fevereiro a junho de 2019. Além dos “100 Cabeças”, desde a 7ª edição da série, o DIAP divulgou outro levantamento incluindo na publicação um anexo com outros parlamentares que, mesmo não fazendo parte do grupo dos 100 mais influentes, estão em plena ascensão, podendo, mantida a trajetória ascendente, estar futuramente na elite parlamentar.

Escolha

São considerados os “Cabeças”, aqueles operadores-chave do Poder Legislativo cujas preferências, iniciativas, decisões ou vetos – implementados, por meio dos métodos da persuasão e da negociação prevalecem no processo decisório na Câmara ou no Senado Federal.

Para a classificação e definição dos nomes que lideram o processo legislativo, o DIAP adotou critérios qualitativos e quantitativos que incluem aspectos posicionais (institucionais), reputacionais e decisionais.

Entende-se como critério posicional ou institucional, o vínculo formal ou o posto hierárquico ocupado na estrutura de uma organização; o reputacional, a percepção e juízo que outras pessoas têm ou fazem sobre determinado ator político; e o decisional, a capacidade de liderar e influenciar escolhas.
Além destes métodos, geralmente aceitos pelos cientistas políticos, o DIAP vem buscando também a aplicação da abordagem da não-decisão, caracterizada por ações de bastidores destinadas a ocultar ou criar barreiras ou obstáculos à exposição do conflito, evitando que matérias com potencial explosivo ou ameaçador sejam incluídas na agenda política.
Com base nos critérios acima, a equipe do DIAP fez entrevistas com deputados e senadores, assessores das duas Casas do Congresso, jornalistas, cientistas e analistas políticos, e promoveu, em relação a cada parlamentar, exame cuidadoso das atividades profissionais, dos vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, da formação e vida acadêmica.

O DIAP também faz levantamentos minuciosos de pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência com que é citado na imprensa, temas preferenciais, cargos públicos exercidos dentro e fora do Congresso, relatorias de matérias relevantes, forças ou grupos políticos de que faça parte, além do exame minucioso dos perfis políticos e ideológicos de cada parlamentar.

 

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